Uma frase que o Profº Enio disse logo no primeiro dia de aula me chamou a atenção por ter tudo a ver com a velocidade com a qual o conhecimento tem se apresentado e sido "deglutido" ou "engolido" por nós sem muita reflexão sobre o que este conhecimento representa/qual o seu significado dentro do nosso contexto pessoal:
- "Um tradutor profissional deve pensar a tradução como interpretação semiótica; se valer não só de textos para traduzir, mas também de fotos, vídeos, e cultura em geral."
Marshall McLuhan reforça essa idéia, quando afirma que as tecnologias existentes consistem em extensões do homem.
Então, que tipo de profissionais queremos ser?
Multifacetados e versáteis ou previsíveis e descartáveis?
Até a próxima,
Lisiane Viana
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